Na sociologia, a Escola de Chicago refere-se à primeira importante tentativa de estudo dos centros urbanos combinando conceitos teóricos e pesquisa de campo de caráter etnográfico. ... A Escola de Chicago inicia um processo que aborda os estudos em antropologia urbana, em que o "outro" torna-se o "próximo".
Dessa forma, a Ecologia Humana, na sua proposta para a investigação da cidade, considera a mobilidade e a composição da população, a organização territorial e a divisão do trabalho (ocupações), a organização interna da cidade e os processos de mudanças no espaço urbano.
A Escola de Chicago é uma escola de pensamento econômico que defende o mercado livre e que foi disseminada por alguns professores da Universidade de Chicago. Os líderes dessa escola são George Stigler e Milton Friedman, ambos laureados com o Prémio Nobel da Economia.
A Escola de Chicago foi pioneira na abordagem interdisciplinar do urbano, assim como na formulação de métodos qualitativos. O trabalho de campo, combinando observação participante e entrevistas, foi uma marca das pesquisas desenvolvidas por professores e alunos em Chicago.
Robert Ezra Park, considerado o grande ícone e precursor dos estudos urbanos, Ernest Watson Burgess e Roderick Duncan McKenzie elaboraram o conceito de "ecologia humana", a fim de sustentar teoricamente os estudos de sociologia urbana.
A Escola de Chicago, principalmente nas décadas de 30 e 40, foi o berço da moderna sociologia americana e uma das primeiras a desenvolver trabalhos criminológicos diferentes do positivismo, tendo como seus principais autores Park, Shaw e Burgess.
Na sua proposta de estudo da cidade, a Escola de Chicago buscou uma analogia biológica e na relação direta entre forma e função social, e através do conceito Qe competição, estudar o crescimento das cidades, sobretudo das metrópoles e da expansão urbana.
A Escola de Chicago foi o berço da sociologia americana nos anos 30, tendo como objeto de estudo a cidade como ente vivo capaz de influenciar as condutas criminosas. Veio em franca oposição ao Positivismo, tentando trazer um novo marco, novas problemáticas e novos olhares em relação à criminalidade.
As duas são escolas de correntes de pensamentos influentes. A Escola de Chicago surgiu baseando-se em ideais da Escola Austríaca. Ambas defendem ideologias liberais, mas a diferença entre elas está justamente no fato de que a Escola Austríaca defende mais o Liberalismo e debatia os princípios socialistas.
Resposta: A Escola Sociológica de Chicago, ou Escola de Chicago, surgiu nos Estados Unidos e foi inaugurada em 1892, criada na cidade de maior índice de crescimento da época, a partir de doações de membros da igreja Batista liderados pelo empresário norte-americano John Davison Rockefeller.
A Escola de Chicago é o nome dado ao grupo de professores e de pesquisadores que nos anos de 1920 se reuniram na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, para realizar estudos e discussões sobre questões importantes dentro da sociologia.
Simmel afirma que a “essência do snobismo é a indiferença face às diferenças das coisas”, ou seja, o significado e a diferença das coisas são vistas como vãs. E “este estado de espirito é o reflexo subjectivo fiel da economia monetária”.
Sociologia urbana é o ramo da sociologia que trata do estudo das relações sociais (entre indivíduos, grupos e agentes sociais) dentro do espaço urbano. Em síntese, portanto, a sociologia urbana constitui-se de forma geral como a base dos estudos sobre as cidades.
Georg Simmel foi um sociólogo alemão, diplomado na Universidade de Berlim, que analisou o comportamento individual nas metrópoles em seu ensaio “As metrópoles e avida mental” publicado em 1903. Simmel se torna referência, no tocante aos problemas e enfrentamentos da cidade moderna e seus indivíduos.
Segundo Georg Simmel, a sociedade é produto das interações entre os indivíduos (concebidos como atores sociais). ... Concebendo a sociedade como produto das interações individuais, Simmel formula o conceito de "sociação" para designar mais apropriadamente as formas ou modos pelos quais os atores sociais se relacionam.
Simmel trata neste texto, ao menos em minha compreensão, da relação entre o indivíduo e a metrópole, da influência da grande cidade moderna na personalidade e na vida mental dos seus habitantes. ... A cidade exalta a liberdade do indivíduo face aos grupos de pertença, liberdade sem amarras.
Simmel entendia o dinheiro como um agente de socialização e um meio de interação social. Na visão de Simmel, o dinheiro é meio e expressão de relações e dependências recíprocas entre os indivíduos, gerando uma cumplicidade na qual a satisfação dos desejos de um está sempre ligada à do outro.
O objeto principal de análise de Georg Simmel, não é nem o individuo, nem a sociedade em si: todo o seu interesse norteia a interação criadora entre esses dois pólos: a produção da sociedade pelos indivíduos; e a conformação permanente dos indivíduos pela sociedade, constitui, neste sentido, a matriz fundadora do ...
a sociação é a forma (realizada de incontáveis maneiras diferentes) pela qual os indivíduos se agrupam em unidades que satisfazem seus interesses. Esses interesses, quer sejam sensuais ou ideais, temporários ou duradouros, conscientes ou inconscientes, causais ou teleológicos, formam a base das sociedades humanas.
Simmel foi um observador e crítico do seu meio social, refletindo sobre a cultura moderna de forma histórica e crítica. Para ele a sociedade existe a partir de interações, da relação sujeito/objeto. Pensou e analisou fenômenos estruturantes da modernidade, como a economia monetária e a divisão do trabalho social.
Resposta: Foi um sociólogo alemão. Professor universitário admirado pelos seus alunos, sempre teve dificuldade em encontrar um lugar no seio da rígida academia do seu tempo.
“O que faz com que “a sociedade”, na acepção até agora válida da palavra, seja sociedade, são, efetivamente, as formas de interação.”.
Individualismo é um conceito político, moral e social que exprime a afirmação e a liberdade do indivíduo frente a um grupo, à sociedade ou ao Estado. ... O exercício da liberdade individual implica escolhas, que, nas sociedades contemporâneas, frequentemente estão associadas a um determinado projeto.
O conceito de "individualismo", em termos gerais, e sem enveredar pelas controvérsias a ele relacionadas, remete a um conjunto de idéias e valores que colocam o indivíduo particular no centro das atenções e tendem a atribuir a este indivíduo a possibilidade de realização pessoal, de forma independente daqueles que os ...
[Pejorativo] Pessoa egoísta que sempre se coloca em primeiro lugar em relação aos demais; quem só pensa em si mesmo; egoísta. adjetivo Que pertence ao individualismo: teorias individualistas.