É um protocolo que envolve medidas a serem adotadas para redução do risco de eventos adversos que podem acontecer antes, durante e após as cirurgias. OBJETIVOS DE CIRURGIA SEGURA: O QUE É CIRURGIA SEGURA: ❖ A equipe evitará o risco de reação adversa a medicamentos ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
As cirurgias podem ser classificadas de acordo com a finalidade do tratamento cirúrgico: - Cirurgia Curativa: Tem por objetivo extirpar ou corrigir a causa da doença, devolvendo a saúde ao paciente. Para essa finalidade é necessário às vezes a retirada parcial ou total de um órgão.
Segurança do Paciente em Serviços de Saúde O Segundo Desafio Global para a Segurança do Paciente está focado na prevenção das infecções e danos em cirurgias, sob o lema “Cirurgias Seguras Salvam Vidas”, envolvendo ações relacionadas à melhoria dos Procedimentos Cirúrgicos Seguros em Serviços de Saúde.
Em 2005, foi lançado o primeiro Desafio Global para a Segurança do Paciente, focado na prevenção e redução de IRAS, com o tema Uma Assistência Limpa é uma Assistência mais Segura. Em 2007, o segundo Desafio Global de Saúde do Paciente teve foco na segurança cirúrgica, com o tema Cirurgia Seguras salvam Vidas.
Voltado especificamente aos municípios em que atua a Fundação André e Lucia Maggi, o Desafio Global busca auxiliar as ações dos jovens que estão causando impactos sociais transformadores em suas comunidades em diversas áreas, como: agricultura, meio ambiente, cultura, educação, habitação, inclusão, saúde, entre outras, ...
O Desafio Global de Segurança do Paciente tem como objetivo identificar áreas de risco significativo para a segurança do paciente e fomentar o desenvolvimento de ferramentas e estratégias de prevenção de danos4.
“Cirurgias Seguras Salvam Vidas” é uma iniciativa multifacetada, participativa, para reduzir os danos ao paciente por meio da assistência cirúrgica mais segura.
A segurança do paciente abrange as ações voltadas à redução do risco de dano no cuidado com a saúde. O objetivo é diminuir as ameaças a um mínimo aceitável, especialmente no que se refere à infecção e à ocorrência de eventos adversos, assim como oportunizar a segurança das cirurgias, entre outros.
Os enfermeiros elencaram a insuficiência de pessoal de enfermagem, o déficit no apoio da alta gestão e a falta de adesão dos trabalhadores da assistência como dificuldades importantes para a implantação de estratégias de segurança do paciente.
Considerado o marco para segurança do paciente, a publicação do relatório Errar é Humano: Construindo um Sistema de Saúde Mais Seguro (To Err is Human: Building a Safer Health System), emitido em 1999 pelo Instituto de Medicina dos EUA (U.S. Institute of Medicine), sensibilizou ao estimar que 44.
Quanto ao histórico do tema segurança do paciente, o autor reconhece que esse movimento surgiu em 1991 a partir da publicação dos resultados do Estudo de Harvard.