II. Lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, lâminas de bisturi, lancetas, tubos capilares, lâminas e lamínulas, espátulas e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório são exemplos de materiais perfurocortantes.
São cuidados com materiais pérfurocortantes, EXCETO:
RECIPIENTE PARA ACONDICIONAMENTO DOS PERFUROCORTANTES A NR 32 estabelece que o enchimento dos recipientes destinados à coleta de material perfurocortante não deve ultrapassar 5 cm abaixo do bocal, conforme item 32.
A hepatite B é considerada uma doença de risco ocupacional para profissionais de beleza e estética que utilizam instrumentos perfurocortantes inadequadamente desinfetados e esterilizados em suas atividades, os quais podem se contaminar com sangue, secreções biológicas, cutâneas e com fragmentos teciduais dos clientes.
Cuidados com materiais perfuro-cortantes:
Nesses casos, o que se deve fazer é: Lavar o local com água e sabão. Também pode ser usado um produto antisséptico, porém, estudos indicam que isso não parece diminuir o risco de pegar alguma doença; Identificar se a agulha foi utilizada anteriormente por alguém que possa ter uma doença transmissível.
Tais contaminações nos centros estéticos, podem ocorrer entre profissionais/pacientes e os maiores problemas enfrentados são falta de esterilização, o descarte inadequado dos materiais e a má estrutura dos estabelecimentos.
ESTUDO DA REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO EM ESTÉTICA VALORIZANDO A FORMAÇÃO E ESPECIFICIDADE DA ÁREA DE BELEZA E SAÚDE. ... Com a regulamentação da profissão, os esteticistas podem se afirmar que a estética se torna assegurada através da lei à permissão da aplicação de técnicas e eletroterapia.
A biossegurança na estética tem como seu principal fundamento lidar com as ações de prevenção de doenças no ambiente de trabalho e, principalmente em relação aos profissionais da área e aos pacientes.
Por definição, segundo à própria ANVISA, contaminação cruzada é quando há transferência de agentes patogênicos (contaminantes) de um determinado local, superfície ou alimento para outros alimentos e superfícies, através de utensílios, equipamentos, mãos e outros, contaminando-os assim.
A contaminação cruzada é a transferência de microrganismos patogênicos (ou seja, um microrganismo que pode causar uma doença) de um alimento infectado, para um outro alimento que não esteja contaminado.
A contaminação dos alimentos que consumimos pode ocorrer através de agentes biológicos, como fungos e bactérias, ou pela adição de agrotóxicos. A contaminação de pessoas através de alimentos contaminados é uma preocupação constante em todos os países do mundo.
A infecção cruzada, por exemplo, é um risco inerente ao negócio, pois é causada pela transferência de microrganismos de um objeto ou pessoa para a outra. As bactérias causadoras de infecções podem existir até em pessoas saudáveis, daí o risco de contaminação.
A contaminação cruzada é aquela que resulta do transporte de microrganismos de um medicamento para outro, não contaminado. A contaminação cruzada pode ocorrer através dos equipamentos e utensílios, usados durante a manipulação de medicamentos, mas também através dos manipuladores (mãos e vestuários de proteção).
Use equipamentos que realmente tirem toda a sujeira Para uma boa limpeza, o uso de esponjas simples e panos podem aumentar o risco de contaminação por não serem específicos para essa ação. Dessa forma é interessante procurar produtos que durarão mais tempo e tirarão mais sujeira do que os equipamentos convencionais.
Infecção cruzada é um termo utilizado para referir-se à transferência de microrganismos de uma pessoa (ou objeto) para outra pessoa, resultando necessariamente em uma infecção.